segunda-feira, 31 de outubro de 2011

MINISTÉRIO PÚBLICO QUER RECOMPOSIÇÃO DA FACHADA DA FÁBRICA DE TECIDOS E ENTRA COM AÇÃO NA JUSTIÇA POR FATO OCORRIDO NO GOVERNO DO PV

Este blog fez grande campanha pela preservação dessa fachada, que encontra-se viva ainda, reformada e não caiu. Na época alertamos as autoridades públicas sobre o problema. Mas nada foi feito. Aliás, o que questiona hoje o Ministério Público é o próprio destombamento feito pelo ex-prefeito Gutemberg Medeiros Damasceno, por intermédio do Conselho de Cultura, que praticamente foi obrigado a dar o aval.
Já existe liminar concedida pela Juíza de Miracema, que será disponibilizada amanhã para nossos leitores do blog.

4 comentários:

Anônimo disse...

ISSO ESSES BLOGS NÃO DIVULGAM, É MOLE, ENTÃO O MINISTÉRIO PUBLICO ENTROU NA JUSTIÇA CONTRA O DESTOMBAMENTO DO GUTEMBERG???

Celso disse...

Por mim tinha que derrubar este elefante branco aí, na frente de um prédio tão bonito.
Pena que vc não vai publicar o meu comentário.

Anônimo disse...

Aínda que pese a história da cidade, essa estrutura nao apresenta nenhum patrimônio arquitetônico digno de tombamento e temos que concluir que nao se justifica sua manutenção. E é horrorosa. Melhor seria termos um museu com imagens da antiga fabrica, alguns de seus teares, sua história e representatividade para a vida dos miracemenses. Essa parede aí é um atentado visual e ao bom senso.

emmanutencao disse...

Concordo plenamente com o Anônimo do dia 1 de novembro de 2011 23:27 e com o Celso também...
Sempre fui a favor de utilizar um local, no próprio espaço onde era a fábrica, pra instalar um memorial a fábrica de tecidos, inclusive instalando lá peças de época e até um pedaço da fachada onde fica a imagem de São Martino.
Hoje esse "monumento" na frente do prédio é ignorado pela maioria e quem o nota não entende absolutamente nada (pra que uma construção dessas na frente de um prédio de estilo moderno??).

Abraços

Renato Caveari Pimenta
(opinião pessoal que não reflete, necessariamente a posição da CAPPS quanto ao fato)