
O deputado e presidente da ALERJ Jorge Picciani explica os motivos que o levaram a não disputar uma reeleição garantida para a Assembléia e está na busca de uma cadeira de senador representando o Estado do Rio de Janeiro. As respostas foram dadas ao blog "Política de Itaguaí", mas interessam a todos os fluminenses:
1) Por que o senhor se lançou candidato a senador e quais suas propostas?
R - Meu ciclo se encerrou na Alerj após 20 anos como deputado estadual e oito como presidente da Casa, e a experiência que ganhei durante estes anos vai contribuir muito neste novo desafio em Brasília. Nosso estado precisa de um senador que o defenda efetivamente – hoje o único com esse perfil é o senador Francisco Dornelles – e minha trajetória me credencia a fazer um bom trabalho nesse sentido. Sou conhecido por ser um grande articulador político, mas também pela minha capacidade de resistir e lutar. Quero ser Senador para defender o Rio, os princípios do Estado Democrático de Direito, o direito à vida e os valores cristãos. E para fazer do meu gabinete uma sucursal das prefeituras do Rio em Brasília. Quem me conhece sabe que, assim como as portas do meu gabinete da Alerj sempre estiveram abertas a atender os prefeitos, sindicatos e cidadãos, buscando soluções para os seus problemas, o mesmo acontecerá quando eu for senador. O apoio que tenho da absoluta maioria dos prefeitos e da classe política como um todo é a maior prova dessa confiança, que não se constrói em uma eleição. Ela é o resultado de um trabalho de 20 anos atuando com base na palavra e no compromisso. Quero ser senador para ajudar o governador Sergio Cabral e os 92 prefeitos, independentemente de partidos, a trazer os recursos que tanto precisamos para manter o Rio na rota do crescimento econômico e social. Eu quero somar forças ao senador Francisco Dornelles (PP) para impedir que golpes como o que retirou os royalties do petróleo do estado sejam aplicados no Rio de Janeiro. Meu currículo de bom articulador – que busca sempre o entendimento, mas que também não foge da luta se preciso for – me credencia a isso. Em suma, quero ser senador para continuar somando forças em defesa do estado do Rio e de sua população.
2) Qual o papel de um senador para o Estado e para o país?
R - Hoje o Senado virou mais uma poderosa Câmara dos Deputados reduzida. Mas não é esse o seu papel. O Senado representa a federação. Por isso cada Estado tem o mesmo número de senadores, 3. A função legislativa do Senado deve focar o equilíbrio federativo. Os senadores têm a obrigação de estar imbuídos na defesa dos interesses do seu estado e ao mesmo tempo compreender que esse pacto fraternal entre as unidades da federação não pode ser quebrado. É o que ocorre, agora, na discussão da distribuição dos royalties de petróleo do Rio entre todos os municípios do Brasil. Um estado não pode ser prejudicado dessa forma. É preciso ter capacidade de articulação política e espírito de luta. E isso, modéstia a parte, eu tenho. Nesse episódio dos royalties, sentimos na pele a diferença que faz ter senadores fortes em Brasília trabalhando pelo Rio. Eu e o Dornelles, que temos perfis complementares, faremos uma dobradinha e tanto em Brasília. (entrevista completa aqui)
1) Por que o senhor se lançou candidato a senador e quais suas propostas?
R - Meu ciclo se encerrou na Alerj após 20 anos como deputado estadual e oito como presidente da Casa, e a experiência que ganhei durante estes anos vai contribuir muito neste novo desafio em Brasília. Nosso estado precisa de um senador que o defenda efetivamente – hoje o único com esse perfil é o senador Francisco Dornelles – e minha trajetória me credencia a fazer um bom trabalho nesse sentido. Sou conhecido por ser um grande articulador político, mas também pela minha capacidade de resistir e lutar. Quero ser Senador para defender o Rio, os princípios do Estado Democrático de Direito, o direito à vida e os valores cristãos. E para fazer do meu gabinete uma sucursal das prefeituras do Rio em Brasília. Quem me conhece sabe que, assim como as portas do meu gabinete da Alerj sempre estiveram abertas a atender os prefeitos, sindicatos e cidadãos, buscando soluções para os seus problemas, o mesmo acontecerá quando eu for senador. O apoio que tenho da absoluta maioria dos prefeitos e da classe política como um todo é a maior prova dessa confiança, que não se constrói em uma eleição. Ela é o resultado de um trabalho de 20 anos atuando com base na palavra e no compromisso. Quero ser senador para ajudar o governador Sergio Cabral e os 92 prefeitos, independentemente de partidos, a trazer os recursos que tanto precisamos para manter o Rio na rota do crescimento econômico e social. Eu quero somar forças ao senador Francisco Dornelles (PP) para impedir que golpes como o que retirou os royalties do petróleo do estado sejam aplicados no Rio de Janeiro. Meu currículo de bom articulador – que busca sempre o entendimento, mas que também não foge da luta se preciso for – me credencia a isso. Em suma, quero ser senador para continuar somando forças em defesa do estado do Rio e de sua população.
2) Qual o papel de um senador para o Estado e para o país?
R - Hoje o Senado virou mais uma poderosa Câmara dos Deputados reduzida. Mas não é esse o seu papel. O Senado representa a federação. Por isso cada Estado tem o mesmo número de senadores, 3. A função legislativa do Senado deve focar o equilíbrio federativo. Os senadores têm a obrigação de estar imbuídos na defesa dos interesses do seu estado e ao mesmo tempo compreender que esse pacto fraternal entre as unidades da federação não pode ser quebrado. É o que ocorre, agora, na discussão da distribuição dos royalties de petróleo do Rio entre todos os municípios do Brasil. Um estado não pode ser prejudicado dessa forma. É preciso ter capacidade de articulação política e espírito de luta. E isso, modéstia a parte, eu tenho. Nesse episódio dos royalties, sentimos na pele a diferença que faz ter senadores fortes em Brasília trabalhando pelo Rio. Eu e o Dornelles, que temos perfis complementares, faremos uma dobradinha e tanto em Brasília. (entrevista completa aqui)
2 comentários:
Jose Souto, tenho certeza de que com PICCIANNI no senado, junto com CABRAL que vai atropelar o gabeira, LEONARDO e RAFAEL o IVANY garante a REELEIÇÃO,É MIRACEMA NO RUMO CERTO.
ESRTAMOS JUNTOS....
RONALDO
Jose Souto, tenho certeza de que com PICCIANNI no senado, junto com CABRAL que vai atropelar o gabeira, LEONARDO e RAFAEL o IVANY garante a REELEIÇÃO,É MIRACEMA NO RUMO CERTO.
ESRTAMOS JUNTOS....
RONALDO
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