Técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) vistoriaram, nesta segunda-feira (26/07), o rio São João, afluente do Rio Itapaboana, no Norte Fluminense, após vazamento de produto da Mineradora Samarco, na cidade de Espera Feliz, em Minas Gerais, na madrugada do último domingo.
Após a análise de amostras de água recolhidas junto ao ponto de captação da Cedae, em São Francisco de Itabapoana, o Inea afirmou que não detectou qualquer anormalidade com relação à qualidade da água, não sendo constatados, portanto, riscos à saúde da população. Com isso, não será necessário suspender sua captação para fins de abastecimento.
"A turbidez e a coloração da água no ponto de captação da Cedae encontram-se normais, o que indica que nenhum abastecimento será inviabilizado na região", afirmou o presidente do Inea, Luiz Firmino, ressaltando que o vazamento do duto da mineradora já foi contido por uma barragem.
Uma equipe do Inea foi deslocada para o município de São Francisco de Itabapoana, ontem pela manhã, para reforçar um grupo de técnicos da Regional do Inea de Campos, que já realizava o monitoramento dos rios da região, uma vez que havia risco de o minério atingir o Rio Itapaboana, o que não ocorreu.
O Rio Itabapoana corta quatro municípios do Norte e Noroeste fluminense, passando também por Bom Jesus de Itabapoana e pelo norte do município de Campos e desaguando no mar de São Francisco de Itabapoana.
O acidente no duto que causou o vazamento de minério de ferro ocorreu na madrugada de domingo (25/7), na área rural de Espera Feliz, em Minas Gerais. O mineroduto – tubulação que transporta o minério – sofreu vazamento no trecho que passa sob o Rio São Sebastião, que deságua no Rio Itabapoana.
A bacia do Itabapoana drena uma área de 4.875 km² nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, abrangendo 18 municípios, com população residente total de quase 652 mil habitantes (IBGE, 2000).
Fonte: INEA
Após a análise de amostras de água recolhidas junto ao ponto de captação da Cedae, em São Francisco de Itabapoana, o Inea afirmou que não detectou qualquer anormalidade com relação à qualidade da água, não sendo constatados, portanto, riscos à saúde da população. Com isso, não será necessário suspender sua captação para fins de abastecimento.
"A turbidez e a coloração da água no ponto de captação da Cedae encontram-se normais, o que indica que nenhum abastecimento será inviabilizado na região", afirmou o presidente do Inea, Luiz Firmino, ressaltando que o vazamento do duto da mineradora já foi contido por uma barragem.
Uma equipe do Inea foi deslocada para o município de São Francisco de Itabapoana, ontem pela manhã, para reforçar um grupo de técnicos da Regional do Inea de Campos, que já realizava o monitoramento dos rios da região, uma vez que havia risco de o minério atingir o Rio Itapaboana, o que não ocorreu.
O Rio Itabapoana corta quatro municípios do Norte e Noroeste fluminense, passando também por Bom Jesus de Itabapoana e pelo norte do município de Campos e desaguando no mar de São Francisco de Itabapoana.
O acidente no duto que causou o vazamento de minério de ferro ocorreu na madrugada de domingo (25/7), na área rural de Espera Feliz, em Minas Gerais. O mineroduto – tubulação que transporta o minério – sofreu vazamento no trecho que passa sob o Rio São Sebastião, que deságua no Rio Itabapoana.
A bacia do Itabapoana drena uma área de 4.875 km² nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, abrangendo 18 municípios, com população residente total de quase 652 mil habitantes (IBGE, 2000).
Fonte: INEA
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