Muita gente se pergunta, preocupado com as filas e o contágio com o coronavírus. Nós temos mostrado aqui alguns exemplos de ações de administrações municipais para coibir filas. Em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, a prefeitura aplicou multas a um banco que mantinha filas em suas agências. Conforme notícia do jornal O Dia, aqui neste link.
Em Miracema há denúncias de filas nos bancos (Itaú e Caixa Econômica) e também de aglomeração nos supermercados.
O que a prefeitura pode fazer nesses casos?
Há um decreto municipal de calamidade pública. Cabe à prefeitura, por meio de seus fiscais, aplicar uma notificação aos estabelecimentos e, se não atendida, aplicar uma multa. Se a empresa (banco ou supermercado) não eliminarem as filas, cabe até mesmo à cassação do alvará da empresa, impedindo o seu funcionamento.
O problema é que as gestões são sempre políticas. Não querem desagradar o banco, nem muito menos o supermercado. Enquanto isso, quem fica exposta é a população da cidade. Fato que tem ocorrido em Miracema e em muitos municípios.
Então, qual é a alternativa?
A alternativa é tomar atitudes como tomou a prefeitura de Valença, que disponibilizou cadeiras para as pessoas ou outras prefeituras, que fecharam até ruas, para que a fila possa ser devidamente organizada.
Não pode é ficar como está! Isso todos concordam!
(foto do jornal O Dia, da situação de Petrópolis)

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