Gleyce e o Secretário Estadual de Saúde do Estado do Rio de Janeiro Edmar Santos
A entrevistada de hoje é a Secretária Municipal de Saúde de Miracema, Gleyce Vaz Feijó, que é bacharel em direito, especialista em gestão em saúde pública e especialista em micropolítica da gestão e trabalho em saúde, pela Universidade Federal Fluminense - UFF.
O tema da entrevista foi o projeto da barreira sanitária, tentativa do governo municipal para conter o avanço do coronavírus na cidade de Miracema.
1) O que tem sido questionado aos passageiros de veículos nas barreiras sanitárias?
Resposta: Questionamento conforme ficha abaixo:
2) As barreiras serão continuadas?
Resposta: Sim, as barreiras irão continuar, pois apesar de todas as dificuldades e obstáculos, saber quem está chegando e de onde está chegando e comunicar isso a uma unidade de família de modo que esta possa monitorar aquele passageiro é um grande ganho. Gostaria de ressaltar que ontem chegaram nossos termômetros a distância, que também é de grande valia
Partindo desse fluxograma, montamos as 3 barreiras: Palma, Flores e Pádua. Depois do ponta pé inicial eu conversei com o Clovinho e sai um pouco de cena, deixando o pessoal da defesa civil e guarda municipal a frente.
Esses primeiros dias nos mostrou que temos um fluxo muito grande entre Palma e Miracema, por razões não essenciais, ou seja, deslocamento por compras, comércio. Fluxo altíssimo entre Pádua e Miracema de pessoas que trabalham nessas duas cidades, muitos caminhoneiros de passagem....enfim... Tivemos a ideia de impedir o acesso do pessoal de Palma e a entrada de pessoas que estariam vindo visitar ou algo do tipo. Entretanto, não tivemos respaldo da PM, o comandante disse que não pode impedir o direito de ir e vir. (direito a vida não se sobrepõe?). Nem impedir entrega de compras pelo Fluminense conseguimos.
3) Quais os horários de funcionamento das barreiras?
Resposta: De 6 às 18h. Ideal seriam 24h, mas não conseguimos recurso humano suficiente.
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