Ataulfo Flores é um próspero fazendeiro do sul do Pará. Lá ele cultiva sua roça, cria sua família e faz intrigas políticas na cidade. Certa feita, quando seu pai, o coronel Genebaldo Vieira ficou muito doente, em Espartalha do Sul, que fica próximo da estrada Belém X Brasília, nas proximidades de Altamira, Ataulfo foi obrigado a abandonar seus afazeres na fazenda e acompanhar o enfermo.
Dona Jerê, diminutivo de Geralda, o apelido era com "J" mesmo, antes que me corrijam, ficou por conta da fazenda, que tem 500 alqueires, nas medidas de Minas Gerais, onde nasceu Ataulfo. Aliás, sua passagem para o Pará foi só de ida, eis que, desde os idos de 1930 lá se instalou e não voltou mais para a terra dos belos horizontes.
Como ia dizendo, o pai doente, a mulher cuidando da lida da fazenda e Ataulfo em Espartalha, sozinho, fazendo companhia ao pai. No hospital ele só entrava na hora da visita, eis que o "velho" estava no CTI, então, eram dias difíceis, já que as horas custavam a passar e os amigos de final de semana, de sábado, quando Ataulfo ia a Espartalha fazer as fofocas políticas, já não tinham mais tantos papos para "enterter" o velho fazendeiro.
A saída foi conhecer novas pessoas, descobrir melhor a cidade do sul do Pará. E foi num desses dias, de tarde, quando nada havia para fazer, os amigos dormindo em suas casas depois da "cesta" pós-almoço, que ele conheceu Severina. Uma nordestina de Maceió, que tinha ido para lá à procura da "vida fácil", como diziam antigamente.
Ataulfo conheceu Severina e passou a tarde todinha conversando com a moça no banco da praça. Isso depois de visitar o velho pai, que, segundo os doutores, já estava melhorando. Genebaldo contou a Severina que está posando na casa de da prima Julieta.
Julieta era sobrinha-neta do velho coronel Genebaldo e viúva de um primo de dona Jerê. (continua)
Dona Jerê, diminutivo de Geralda, o apelido era com "J" mesmo, antes que me corrijam, ficou por conta da fazenda, que tem 500 alqueires, nas medidas de Minas Gerais, onde nasceu Ataulfo. Aliás, sua passagem para o Pará foi só de ida, eis que, desde os idos de 1930 lá se instalou e não voltou mais para a terra dos belos horizontes.
Como ia dizendo, o pai doente, a mulher cuidando da lida da fazenda e Ataulfo em Espartalha, sozinho, fazendo companhia ao pai. No hospital ele só entrava na hora da visita, eis que o "velho" estava no CTI, então, eram dias difíceis, já que as horas custavam a passar e os amigos de final de semana, de sábado, quando Ataulfo ia a Espartalha fazer as fofocas políticas, já não tinham mais tantos papos para "enterter" o velho fazendeiro.
A saída foi conhecer novas pessoas, descobrir melhor a cidade do sul do Pará. E foi num desses dias, de tarde, quando nada havia para fazer, os amigos dormindo em suas casas depois da "cesta" pós-almoço, que ele conheceu Severina. Uma nordestina de Maceió, que tinha ido para lá à procura da "vida fácil", como diziam antigamente.
Ataulfo conheceu Severina e passou a tarde todinha conversando com a moça no banco da praça. Isso depois de visitar o velho pai, que, segundo os doutores, já estava melhorando. Genebaldo contou a Severina que está posando na casa de da prima Julieta.
Julieta era sobrinha-neta do velho coronel Genebaldo e viúva de um primo de dona Jerê. (continua)
Um comentário:
engraçada a história, nos remete lá para o Pará, só não sei onde isso vai parar....!!!!
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