O Rio de Janeiro, há algum tempo atrás viveu momentos ou dias em que as instituições foram totalmente violadas e desrespeitadas. Quem não se lembra dos ataques a delegacias policiais, postos de policiamento e prédios públicos?
Outro exemplo da degradação moral a que vive a sociedade por puro desrespeito às instituições é a força conquistada pelas chamadas milícias. Elas são fortes porque nas comunidades (ex-favelas) o morador tem o miliciano como substituto da Polícia, configurando a ausência total do Estado (prefeituras, governos estaduais e União Federal). O miliciano é que leva a "doninha" para o hospital na hora do parto. O mesmo acontece quando o "senhorzinho" tem um infarto e precisa ser socorrido por um médico.
O miliciano controla o uso da energia elétrica e do sinal de tv a cabo. É a total inversão dos valores, exatamente porque o Estado está ausente e enfraquecida a autoridade da polícia. Os próprios filmes e a imprensa se encarregam de denegrir a imagem dessas instituições.
Daqui a algum dias o prefeito do interior vai pensar, como pensam muitos, porque seguir a orientação do TCE/RJ se ele é um órgão voltado para a corrupção? O mesmo pode-se dizer da Justiça. Aí alguém vai entrar no lugar do juiz e decretar quem fica com o filho abandonado pela "fulana". Será o crime organizado?
Sei que as suposições do parágrafo acima são exageradas, mas definitivamente não dá para aceitar que o Poder Legislativo ou quem quer que seja, se encarregue de denegrir e desprestigiar as instituições instituídas por lei, cujos integrantes, em grande ou maior parte são escolhidos para ali trabalharem através de concursos públicos.
Generalizar no ataque às instituições não é o caminho para se chegar à Justiça. E Justiça não é contra as instituições (TCE/RJ ou TJRJ), mas sim contra os possíveis corruptos que lá habitam as togas respectivas. Acho que o caminho não é por aí.
Outro exemplo da degradação moral a que vive a sociedade por puro desrespeito às instituições é a força conquistada pelas chamadas milícias. Elas são fortes porque nas comunidades (ex-favelas) o morador tem o miliciano como substituto da Polícia, configurando a ausência total do Estado (prefeituras, governos estaduais e União Federal). O miliciano é que leva a "doninha" para o hospital na hora do parto. O mesmo acontece quando o "senhorzinho" tem um infarto e precisa ser socorrido por um médico.
O miliciano controla o uso da energia elétrica e do sinal de tv a cabo. É a total inversão dos valores, exatamente porque o Estado está ausente e enfraquecida a autoridade da polícia. Os próprios filmes e a imprensa se encarregam de denegrir a imagem dessas instituições.
Daqui a algum dias o prefeito do interior vai pensar, como pensam muitos, porque seguir a orientação do TCE/RJ se ele é um órgão voltado para a corrupção? O mesmo pode-se dizer da Justiça. Aí alguém vai entrar no lugar do juiz e decretar quem fica com o filho abandonado pela "fulana". Será o crime organizado?
Sei que as suposições do parágrafo acima são exageradas, mas definitivamente não dá para aceitar que o Poder Legislativo ou quem quer que seja, se encarregue de denegrir e desprestigiar as instituições instituídas por lei, cujos integrantes, em grande ou maior parte são escolhidos para ali trabalharem através de concursos públicos.
Generalizar no ataque às instituições não é o caminho para se chegar à Justiça. E Justiça não é contra as instituições (TCE/RJ ou TJRJ), mas sim contra os possíveis corruptos que lá habitam as togas respectivas. Acho que o caminho não é por aí.
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