
Li hoje no jornal O Globo, uma reportagem um tanto quanto estarrecedora. Mães "obrigam" filhos com 16 a tirar título eleitoral, para votar em Dilma, com medo do programa Bolsa Família acabar. Isso graças à manifestação do presidente Lula, de que a garantia do Bolsa-Família é a eleição de Dilma. Dando quase a entender que com Serra, o programa acaba.
Das duas uma: ou o PSDB tem pesquisas indicando que o Bolsa-Família não influi no resultado do pleito ou os advogados Tucanos são fracos o suficiente, a ponto de não entenderem que as palavras de Lula, não passam de uma chantagem eleitoral, passível de ser inibida com ação na Justiça. Como creio que os advogados do PSDB são competentes, acho que o Bolsa-Família pode ser o divisor de águas no pleito de 2010. E prova disso é a reportagem do jornal O Globo.
Acabei de ler alguma coisa escrita por um poeta paquistanês, recentemente falecido, chamado Ahmed Faraz. Ele, premiado pelo governo do Paquistão, devolveu o prêmio por inconformismo com a política do país e afirmou na época: "A minha consciência - disse na altura - não me perdoará se eu permanecer como um espectador silencioso ante os tristes acontecimentos à nossa volta." Frase bem semelhante à que disse Luther King: "o que me preocupa é o silêncio dos bons...".
Ou seja, já está, mais do que na hora, de acabarmos com essa hipocrisia eleitoral da discussão, repetida a cada troca de governo, de que o candidato da oposição (no caso Serra, mas já foi Lula), vai desmontar os programas e projetos do governo em exercício. Lembram do chamado perigo Lula, segundo o qual o país entraria em profunda crise caso o petista vencesse as eleições?
O PT, que parece não ter aprendido, repete o mesmo erro. Imputa a Serra a possível derrocada dos programas sociais do seu governo. Esquece o presidente e ninguém fala nisso, que o Bolsa-Família, com outro nome e roupagem, nasceu do Comunidade Solidária, implantado no Brasil na era FHC (porque ninguém fala isso é que não sei...).
Dessa forma, contra a covardia que faz Lula contra essas mulheres que obrigam jovens desinteressados no voto, a votar pela manutenção do Bolsa-Família é que muitos dos "bons" de nossa sociedade, deveriam se rebelar. Mesmo que seja usando a força da Justiça Eleitoral...
Das duas uma: ou o PSDB tem pesquisas indicando que o Bolsa-Família não influi no resultado do pleito ou os advogados Tucanos são fracos o suficiente, a ponto de não entenderem que as palavras de Lula, não passam de uma chantagem eleitoral, passível de ser inibida com ação na Justiça. Como creio que os advogados do PSDB são competentes, acho que o Bolsa-Família pode ser o divisor de águas no pleito de 2010. E prova disso é a reportagem do jornal O Globo.
Acabei de ler alguma coisa escrita por um poeta paquistanês, recentemente falecido, chamado Ahmed Faraz. Ele, premiado pelo governo do Paquistão, devolveu o prêmio por inconformismo com a política do país e afirmou na época: "A minha consciência - disse na altura - não me perdoará se eu permanecer como um espectador silencioso ante os tristes acontecimentos à nossa volta." Frase bem semelhante à que disse Luther King: "o que me preocupa é o silêncio dos bons...".
Ou seja, já está, mais do que na hora, de acabarmos com essa hipocrisia eleitoral da discussão, repetida a cada troca de governo, de que o candidato da oposição (no caso Serra, mas já foi Lula), vai desmontar os programas e projetos do governo em exercício. Lembram do chamado perigo Lula, segundo o qual o país entraria em profunda crise caso o petista vencesse as eleições?
O PT, que parece não ter aprendido, repete o mesmo erro. Imputa a Serra a possível derrocada dos programas sociais do seu governo. Esquece o presidente e ninguém fala nisso, que o Bolsa-Família, com outro nome e roupagem, nasceu do Comunidade Solidária, implantado no Brasil na era FHC (porque ninguém fala isso é que não sei...).
Dessa forma, contra a covardia que faz Lula contra essas mulheres que obrigam jovens desinteressados no voto, a votar pela manutenção do Bolsa-Família é que muitos dos "bons" de nossa sociedade, deveriam se rebelar. Mesmo que seja usando a força da Justiça Eleitoral...
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