Numa operação policial com apoio do Ministério Público do Estado, ocorreram 4 prisões na capital fluminense, de empresários que teriam vendido respiradores para a Secretaria Estadual de Saúde. Dentre os presos está um ex-subsecretário exonerado pelo governador em abril, após ser acusado desse crime de compra com valor superfaturado de equipamentos tão importantes aos cidadãos.
Em Miracema a prefeitura afirma que alugou respiradores, mas até o momento não consta a publicação do contrato no portal de transparência do município, como determina a Lei nº 13.979/2020. A transparência é devida exatamente para que a população fiscalize os gastos do governo.
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